Antes da guerra começar, os países da Europa já estavam a preparar-se para uma uma guerra: produzindo armas e formando alianças entre si, sendo as principais: a Tríplice Aliança (Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália) e a Tríplice Entente (Reino Unido, França e Rússia).
Quando o arquiduque Francisco Fernando (o herdeiro do trono austro-húngaro) foi assassinado, em 1914, por um sérvio, os países europeus começaram a declarar guerra uns aos outros (pois quase todos tinham uma aliança com um dos países envolvidos).
A Alemanha planeava atacar e derrotar a França, e só depois dirigir-se para a Rússia (pela lógica de esta demorar mais tempo a juntar o seu exército). No entanto, os franceses não foram tão fáceis de derrotar e a Rússia também não foi tão lenta como o esperado.
E para tornar as coisas mais complicadas a Itália decidiu ficar neutra, pois a aliança era referente a defesa, o que não se aplicava, pois a Áustria-Hungria e a Alemanha tinham declarado guerra antes dos outros países o que significava que estavam a atacar e não a ser atacados.
Em 1917 começa a revolução comunista na Rússia que por isso decide sair da guerra. Com a saída da Rússia, a Alemanha pode focar-se na frente ocidental.
A Alemanha começa a preocupar-se com a ideia dos americanos se juntarem à guerra e tenta mandar um telegrama para o México para os convencer a atacar os Estados Unidos, no entanto os ingleses interceptaram o telegrama e mostraram-no aos americanos, o que fez com que eles entrassem na guerra do lado dos aliados (Tríplice Entente e companhia). A entrada dos Estados Unidos na guerra foi decisiva para a vitória dos aliados em 1918.
Nota: Não estou lá muito satisfeita com este resumo, mas pelo menos está compreensível.













